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cirurgia plastica - artigo
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A técnica mais difundida é o implante de prótese de silicone. Mas o Brasil já desenvolve, há 24 anos, uma técnica que garante aumento homogêneo dos glúteos utilizando a gordura da própria paciente. É a lipoescultura com aumento de nádegas.

A técnica é desenvolvida pelo cirurgião plástico pernambucano Carlos Homero Cabral, que realiza esta operação no Brasil e em países da Europa, como Portugal, Suíça e Alemanha.

Membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), o cirurgião traz no currículo mais de 1.170 lipoesculturas para aumento das nádegas, em pouco mais de duas décadas.

Nessa técnica, a gordura retirada na lipo é usada para aumentar os glúteos. Ele faz uma média de oito intervenções por mês e garante que são vários os benefícios em relação a outros métodos. “O silicone corre o risco de sair do lugar e não preenche os lados. A gordura consegue isso. Posso injetá-la onde quero. Além do mais, é material da própria pessoa, então não há rejeição e a gordura não é absorvida”, salienta. Como há um "esticamento" da pele, a celulite é eliminada.

Outra vantagem é o tempo de recuperação. Enquanto a paciente que recebeu uma prótese de silicone precisa de algo em torno de um mês para voltar à vida normal, a que aumenta os glúteos com a própria gordura precisa de apenas cinco dias.

A cirurgia dura uma hora e chega a ser até 40% mais barata que o implante de silicone. Os riscos são mínimos. Houve uma considerável diminuição do perigo com o uso do vibrolipoaspirador, aparelhinho que suga a gordura pela vibração. “Com o aparelho não há rompimento de vasos.

Logo, não há sangramento e consequente anemia e necessidade de transfusão”, explica Carlos Homero.

A lipoescultura com aumento das nádegas é indicada para mulheres com gordura localizada e sem projeção dos glúteos. As pacientes devem ter de 17 a 45 anos.

Carlos Homero Cabral - cirurgião plástico, membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (Isaps), membro da Sociedade Brasileira de Laser

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=84899


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